segunda-feira, junho 26, 2006

"Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano..."

"Tô com saudade de você debaixo do eu cobertoooor..."

"Entre por essa porta agora, e diga que me adora..."

"No dia em que fui mais feliz, vi um avião..."

Estatísticamente provado: Sempre que chove tocam essas mesmas músicas na Mb FM. Quase sempre consequitvamente, e quando isso acontecer, eu estarei dentro de um veículo morrendo de tristeza, e ficarei mais triste ainda.

Hoje foi no ônibus voltando de Alcântara. Sem comentários.

sábado, junho 24, 2006

A SAGA DO FIM DE SEMANA QUE PROMETE
(ser xôxo pra chuchu)

Todos os dias de Juliana deveriam ser dias de estrela hollywoodiana, pois ela é acordada diarimente pela música de abertura dos filmes da 20th Century Fox - toque que ela escolheu para ser o despertador de seu celular.

Mas não é o que ocorre. Com o soar da música irritante seu coração dispara no susto do repentino despertar e ela é tomada pelo desespero de cessar com o barulho o mais rápido possível. Hoje não foi diferente. Soado o hino dos infernos, ela apressou-se em silenciá-lo, e, com o coração querendo sair pela boca, sentou na cama, pensando em recuperar o ritmo cardíaco normal antes de levantar, para não arriscar cair no chão sozinha na escuridão de seu quarto às 6:20 da manhã - hora de levantar para seu curso de tradução do Senac.

Recuperada, levantou-se, acendeu a luz e arrumou logo a cama, pois sabia que se deixasse essa tarefa por último saíria de casa igualmente atrasada e deixaria a cama por fazer, contribuição enorme para a grande desordem que normalmente impera no quarto.

Abrindo a porta do quarto, dirigiu-se ao banheiro. A claridade vinda do aposento recém deixado iluminava o pequeno corredor e também uma pequena área do banheiro. Foi então que ela a viu. Assustada pela luz inesperada, a barata correu pelo rodapé branco do banheiro cor de rosa do 305. Surpresa e quase não acreditando em seus olhos, Juliana acende a luz do banheiro e confirma: Lá está ela, a barata. As duas se encaram e Juliana percebe que precisa tomar uma atitude imediata, e assim, corre na ponta dos pés até a àrea de serviço, em busca da vassoura, amaldiçoando suas companheiras de casa pela inútil economia barata de nunca comprar spray inseticida que, num momento como esse, a privaria a luta corporal com a criatura. Mas não há nada a fazer, somente apanhar a bendita vassoura e rumar de volta ao banheiro, com a ansiedade de quem parte para combate. Ela ainda estava lá, na espera paciente por seu destino. Uma raiva incontrolável brota no coração de Juliana, e ela mira sua arma na direção da inimiga, pronta para exterminá-la. Golpeia, e erra. A barata agora corre pelo chão preto do cômodo e Juliana pula em desespero por saber que o piso camufla o inseto. Após segundos de nervosismo, ela se acalma e foca seu olhar, encontrando novamente o alvo. Nova raiva a toma, e dessa vez não haverá erro. E de fato não há. No tiro certeiro, a barata é atingida uma, duas, três vezes. Quatro, para garantir sua morte. Cinco, assim não restarão dúvidas. O cadáver é recolhido com a pá de lixo e, novamente em silêncio - com a nítida preocuração em não acordar o casal que dorme na sala - Juliana caminha, pá estendita a frente do corpo, mantendo a maior distância entre ela e a criatura morta quase "em suas mãos". Ao chegar na área, não a coloca na lixeira. "Não" ela pensa. Baratas são serem muito ardilosos, seria melhor jogá-la pela janela, para garantir que ela não está apenas se fingindo de morta e esperando pela deixa para retornar, como um simples depósito na lixeira. Claro que Juliana sabe que isso não é politicamente correto. Mas ainda mais politicamente incorreto é uma barata no seu banheiro às 6 da matina, num prédio que fora detetizado há menos de 2 semanas. Mas, enfim, estava terminado. Aliviada, ela volta ao banheiro, pensando que o incidente até fora rápido, e ela não estava tão atrasada assim no planejamento.

Então, pela fresta da porta do banheiro, que ficara entreaberta, ela a viu. Uma onda de exasperação a envolveu. Era outra barata. Outra barata maior que a primeira. Uma outra barata, pousada sobre a porta do box. A mão de Juliana alcançou a vassoura - que displicentemente havia sido esquecida no corredor, e ela adrentrou o banheiro, armada, e alvejou o animal, com toda a sua força, jogando-a para dentro do box, batendo-a com vigor, achatando-a no chão. Fim. Tinha sido rápido, barulhento e extremamente doloroso para a barata, Juliana esperava. Não, Juliana não é uma menina cruel. Cruel é depara-se com uma barata inadvertidamente pousada na porta do box com uma pessoa que se prepara para tomar seu banho. Procede-se a seguir o novo despejo no cadáver pela janela no vão de respiração.

Esatava termido. Estaria? Juliana já não tinha certeza, e suas indagações se confirmaram. Uma terceira barata a encarava na porta do banheiro, Juliana a viu logo que se virou de frente para o caminho de volta ao banheiro. Totalmente enfurecida, com os instintos alerta e vassoura em punho, ela correu, dessa vez fazendo barulho mesmo - já não mais se importava como sono alheio - e dando um pulo, esmagou de uma só vez a criatura, e então, com a respiração e a pulsação acelerados, ela olhou a seu redor fuzilando com sua visão fervente todo o ambiente do 305. Se existissem mais baratas, elas teriam sido queimadas vivas de imediato com aquele olhar em chamas de ódio.

Mas dessa vez não havia outra. Não havia barata e nem tempo, e também nem vontade ou disposição para banho nenhum, nem para nenhum outro minuto no apartamento. Juliana se arrumou o mais rápido que pode e partiu, enfim, para a rua, para seu curso.

O ônibus já estava no ponto quando ela se dirigia e este e Juliana, com seu sapato se salto médio, corrreu, com as duas pastas quase escorregando das mão, a calça jeans larga caindo pela cintura e correndo o risco de torcer o pé, mas alcançou, enfim, o veículo. Subiu e passou na catraca, desajeitadamente sentando-se para pescar em sua bolsa as moedinhas que pagariam sua passagem e facilitaria o troco do cobrador. A boa ação não foi contabilizada na soma divina matinal, pois na hora de entregar o troco, tentando, ao mesmo tempo, segurar as pastas, a bolsa e a calça, faltou mão para segurar-se, e, com a arrancada no ônibus, Juliana caiu estatalada de bunda no chão. Com mais raiva e vergonha do que jamais sentira da vida, ela ergueu-se e caminhou com elegância ao banco alto da frente, onde sentou-se e pensou que essa história daria um ótimo post.

FIM (Eu acho...)

sexta-feira, junho 23, 2006

FIM DE SEMANA PROMETE

ser xôxo pra chuchu...


>>> Checklist <<<

( ) Curso do Senac no sábado
( ) Fichamento do texto do Vernant
( ) Fichamento do outro texto de Vernant
( ) Fichamento da "bíblia" sobre Roma Antiga de sei-lá-quem
( ) Procurar coisas legais pros meus aluninhos não me encherem o saco na próxima aula
( ) Estudar Inglês
( ) Estudar mais Inglês

* Impressão minha ou eu ainda não comecei nada disso?


( ) Namorar???
( ) Matar a vontade de comer ovo de codorna com molho tártaro???
( ) Ficar de bunda pro ar???

* Pow nem os itens mais fáceis eu fiz ainda!!!!

( x ) Despedir-me dos leitores - Tchau pra vcs! - e fazer um post ultra rápido.

segunda-feira, junho 19, 2006

And so, here I am...

Feriadin baum...

Sei lá, é sempre bom ir pra casa... É sempre bom MESMO. Tava lá me perguntando como que consigo sobreviver nesse 305, e hoje já me lembrei como que é (in)felizmente... É quieto e tenho que fazer sempre uma coisa de cada vez, ou o tempo demora mais a passar. É um exercicio de paciência e de força de vontade. Em casa não, tem sempre tantas mesmas-coisas para fazer, aquelas de sempre, mas que são sempre assim, tããão boas... aff... Que isso, saudades, já? Nhééé

Namoradolindo foi dessa vez e foi muito bom. Comemoramos dia 14 comendo pizza que a minha mãe fez e depois fomos no Rancho jogar totó como todas as vezes... rs... dias e noites deliciosas com ele, por sinal - apesar do Sol que apenas fazia figuração no céu e do vento gelaaaaaaado da brisa noturna.../

Vi todos os meus amigos, tirei fotos e no domingo rolou churrasquinho em homenagem ao jogo (Tive que deixar de lado meu protesto Anti-Copa por 90 min, mas já estou de volta a ele! Para os que não sabem, eu acho Copa uma perda de tempo/alienação/falta do que fazer/um saco e por isso não assisti ao 1º jogo da seleção que eu desprezo totalmente. Mas esse não teve como evitar, meus amigos gostam de perder tempo com essa ridicularidade alienada.) e foi muito legal tb.

Qui penin qui acabou-se...

... ... ...

Nota: Algumas pessoas deveriam ser imortais. Bussunda, por exemplo. Casseta e Planeta é um programinha besta, mas o cara - deve-se admitir - era bom. E deve estar muito engraçado lá em cima agora...

Nota 2: De volta à dieta... Como sempre, eu "overcomi" lá em casa.

... ... ...

Bye bye, so long...

quarta-feira, junho 14, 2006

JULIANA E THIAGO
3 ANOS!!!!

3 ANOS DE DOIS BEIJOS QUE SE COMPLETAM
DUAS PERSONALIDADES QUE SE COMPLEMENTAM
E DUAS ALMAS QUE COMPARTILHAM
UM AMOR QUE SÓ FAZ CRESCER!!!
TE AMO, MEU LINDO!!!

sábado, junho 10, 2006

POST COMUNITÁRIO
ORIGINALE DO BRASIL by Micha

TEMA: Primeiro Encontro. Como foi que vocês se conheceram? A primeira vez que se viram? Foi uma amizade que evoluiu, ou desde o início teve um "algo a mais"?

Taí...

Eu namoro há 3 anos quase e não posso dizer que tive um primeiro encontro.

Comigo e o Digníssimo mais mais algo como nossos amigos dizendo para mim "Olha, vc TEM QUE ficar com ele!", e falando pra ele algo do tipo: "Você NÃO PODE deixar de ficar com ela!!", e daí estavamos todos vendo filme na sala durante uma festinha de aniversário chaaata e the next thing I know é que só estavamos eu e ele em frente a TV. Os dois pressionados a não sair de lá até que desse em algo. Eu meio que dormindo de tédio no ombro dele, conformada com a situação, esperando que ele fizesse alguma coisa, e ele, igualmente conformado, se perguntando se fazia ou não até que... bom, "até que", né!

Por isso eu não sei dizer como extamente deve ser um primeiro encontro. Aliás isso é muito First Date, esse conceito de "primeiro encontro" é muito distante pelo menos da minha realidade, onde existe a "figuração", a "caça", a "pegação, "uns pega", o "rolo", e daí o "namoro" - não necessariamente nessa ordem, claro. Mas é mais ou menos assim que os relacionamentos começam, ao que me parece.

(Quero deixar claro aqui que eu sempre me abstive dos 3 primeiros itens citados, por questões de filosofia pessoal. Eu não fico por ficar. E foi bem melhor assim para mim.)

Mas, seguindo: Ainda que eu não tenha me rendido a esse meio, é esse o meio que eu conheço e reconheço em todos os lugares que frequento, seja em Nkt, seja em CF. Esse lance de primeiro encontro eu só vejo em filme americano mesmo. Por isso acho que tem que se como as mocinhas do filme acham que devem ser, na cultura delas: Respeitoso, descontraído, num lugar mais intimista, neutro, com muito cavalheirismo, risadas e talvez um beijo de despedida. Parece simples, para mim, apesar de nunca ter conhecido alguém que tenha de fato tido um.

Espero que descubra várias histórias sobre o tal do Primeiro Encontro, com esse Pc! Poderei assim ampliar meu entedimento sobre o assunto, afinal, Pc também é cutura e comportamento humano!
>> ANTES DE MAIS NADA:

"O BLOGUENCONTRO"

Sabe assim, quando te faltam palavras? Se não sabem eu compartilharei com vocês como é. É quando você passa horas rodeada por pessoas incríveis que não são simples estranhos virtuais na sua vida, são seus amigos mesmo. É quando você pode congelar uma cena cena e contar 17 pessoas absolutamente felizes por estarem juntas. É quando você ri e fica tãããão triste por ter que ir embora...

É quando você se reune com Micha, Nirvana, David, Vanzoca, Prips, Leiloca, Luana, Lucimere, Litinha, Clarinha, Zé, Mônica, Lívia, Joana, João e Gabriela, e pensa: "Cara, como que é possivel só encontrar esse povo tão raramente??????????????"

Cada minuto, cada risada, cada garfada, cada passo, cada foto, cada centavo, cada grão de areia, cada abraço gostoso, cada sorriso, cada mico, tudo valeu a pena.

Minhas mais sinceras desculpas a quem não pode ir, mas... morram de inveja!!! FOI BOM DEMAIS!

(Só fico tristin pq namoradolindo nunk vai nessas paradas. É tímido)

>> DEPOIS DE TUDO:

AHHHHHHHHH... Tenho mais nada pra falar não! Ainda estou rindo à toa de tudo!

quinta-feira, junho 01, 2006

ORIGINALE DO BRASIL by Micha

TEMA: Tudo (ou não) por amor.Vale tudo por amor? Até trair a confiança de uma pessoa? Até quanto vale ir por amor? Vale tudo mesmo? Qual a maior loucura que você já fez por amor e qual a loucura que acha que jamais faria por ele?

(Engraçado é que sempre que o tema do pc é relacinado com amor, eu brigo com o meu namorado. Não por causa do pc em si - bom, as vezes sim, até, mas por pura coincidência, mesmo. Ou Karma. Tô nem aí, tem pc, eu tô dentro)

Vamonos?

Tvz por que tenha brigado com o meu namorado hoje isso saia meio diferente, mas eu acho que não tenho muita certeza se vale mesmo tudo por amor. Acho que tudo, na totalidade de todas as possibilidades existentes e realizáveis seja por meios excusos ou não, não vale não. Trair a confiança de uma pessoa, como o exemplo dado. Vale a pena? Se vc confia numa pessoa, isso é uma coisa muito valiosa. Por mais que você ame a outra pessoa em questão, que tipo de amor é esse que te leva a fazer uma coisa tão baixa como essa? Pois é. ou não é amor de verdade, ou não é confiança de verdade. Porque que eu saiba, esses dois se completam, normalmente. Um faz parte do outro. Como que a existência de um amor pode pedir a extinção de uma confiança?

Acho que por amor valem todos os tipos de loucuras que jamais envolvam ações prejudiciais a terceiros inocentes e nunca demandem que a pessoa traia a si mesma. Porque essa é a pior traição que podemos praticar e receber. Vale pegar um avião e viajar 12h direto para trocar beijos por somente meia hora? Vale! Passar meses preparando uma surpresa romântica? Claro! perder "aquela festa"? Gastar uma fortuna em presentes? Perder várias horas o seu dia se arrumando? Óbvio! Perdoar uma traição? Em muitos casos vale a pena sim! Mandar fazer um outdoor com uma declaração melosa? Contratar um helicóptero para fazer uma chuva de pétalas de rosa? ESCREVER 4800 "EU TE AMO" EM FOLHAS DE FICHARIO (UMAS 15 AO TODO, FRENTE E VERSO) E DAR DE PRESENTE PARA A NAMORADA RECÉM CHEGADA DE VIAGEM? (Meu namoradolindo fez isso!) Vale muuuuuuito a pena!

Agora, desistir dos próprios sonhos, mudar a personalidade (a não ser que você de fato tenha alguns probleminhas sérios com ela), se tornar um escravo à eterna disposição, se anular, aturar humilhaçoes, e aprontações, perder oportunidades e amizades... Daí acho que não. Um dia pode ser que o amor acabe e aí? Como você fica? Só se internando num hospício mesmo!

A maior loucura que eu já fiz por amor? Não acho que tenha tido nenhuma loucura, assim... Já fiz coisas que nunca na minha vida pré-apaixonada pensei que poderia fazer, como perder uma viagem para Paraty, outra para Friburgo, matei muito mais aulas do que imaginava na faculdade, fiquei muitas tardes esperando o meu namorado voltar do estágio fazendo absolutamente nada lá em frente às barcas, gastei rios de dinheiro e incontáveis horas metida em surpresas e preparações... Enfim, doces loucuras do amor, que de tão cheias e razão quase perdem o título de "loucuras".

A que eu jamais faria? Tatuar o nome. Muita dor para tão pouca criatividade. Já tá tatuado no coração, pra que em outro lugar?

A que eu acho que poderia fazer? Sem dúvidas: Ter filhos. Eu não sou uma pessoa maternal, não gosto de crianças, não tenho paciência, saco, vontade, desejo ou sonho de ter filhos. Mas taí uma coisa doida que eu faria por ele. E ficaria muito feliz e satisfeita com isso. Loucura loucura, loucura, como diz o Luciano Huck. E eu ia ser louca e feliz com ele pro resto dos meus dias.

É isso... *Juliana ruborizada pela revelação melosa acima... Tchau para vcs!