sábado, abril 30, 2011

Ainda Príncipes...

ENFIM, o príncipe casou e não foi comigo, meus pais foram para a ITÁLIA e não me levaram e ainda por cima não deixaram o carro aqui para eu dirigir um pouquinho, e além disso o meu namorado está com conjuntivite... Ai, ai... Alguém tem alguma dúvida de que o me final de semana vai ser suuuuuuuper legal?

Hauhahauhauaua pelo menos enquanto estava vendo notícias do casamento do príncipe já tão mencionado me deparo com uma coisa que me fez rir muito! Os outros príncípes que passaram na minha vida, só que retratados da forma mais inesperada possível!

O artista David Kawena resolveu inovar e fez essa série de ilustrações mostrando um lado dos Príncipes da Disney que só as Princesas devem ter visto... hauahuah confesso que achei muito bacana e de criatividade ímpar, quem ia pensar em colocar logo os príncipes, sempre deixados de lado, num "ensaio sensual"? Ele também incluiu outros heróis sem sangue azul no ensaio, que ficou um barato... Rs... confiram abaixo:

Primeiro, os Príncipes mesmo, os Clássicos:

Principe Eric, da Pequena Sereia
(Sempre foi o meu preferido - mas o rosto ficou estranho na foto)

Príncipe Adam, a Fera, na sua versão humana.
(OMG nunca tinha me tocado que a Fera tinha um nome! Nem sabia disso!)
( Bom, eu sempre preferi ele como Fera mesmo, mas bestialidades a parte ficou bem na foto!)

Principe Philip, da Bela Adormecida.
(Que eu sempre achei o mais insosso de todos, mas visto desse ângulo tem seus atrativos!)

Alladin, que não era príncipe mas era esperto e casou com a princesa!
(E como era esperto mesmo enrolou a coitada por três filmes antes de subir no altar, rs)

Dos clássicos ficou faltando o príncipe da Branca de Neve, que não tem nome, é só chamado de O Príncipe, e o da Cinderella, que é só chamado de Encantado. Também esses dois são os dois mais dãzinhos, combinam com as duas princesas mais sem atitude também! Dos Príncipes mais recentes temos:

Kuzco, da Nova Onda do Imperador.
(Não está na franquia "Princesas", mas é mais do que príncipe, né?)
(Eu não gostei muito desse filme, nem lembro a história)
(O personagem é tão diferente dele na figura que nem reconheci logo!)

 Principe Naveen, da Princesa e o Sapo.
(Esse é um charme tanto no filme como nessa ilustração!) 

 Ele podia fazer logo o desenho de outro esperto que vira príncipe, o mais recente, de Enrolados, o mocinho Flynn Rider, que também ficaria bem só de roupa de baixo! Rs... Ai como sou pervertida!!

Agora, sem berço na nobreza seguem:

Hércules
(Porque semi-deuses também têm o seu valor!)

 Kocoum, aquele que a Pocahontas desprezou.
(burra)

 John Smith, aquele que a Pocahontas quis mas não pegou!
(burra²)

E Thomas, que nem parece aquele desastrado que mata o Kocoum acidentamente.

Shang, de Mulan
(provando que aquilo que dizem sobre os orientais está errado nesse caso)


Tarzan

Sitka, de Irmão Urso. 
(Esses índios americanos, hein...)

Millo, de Atlantis.
(Nada mal para um nerdzinho)

 Tinha mais outros, mas eu fiquei com preguiça de colocar! Achei um barato, e vcs? É, provavelmente vocês só acharam mais uma vez que eu sou doida mesmo!

quinta-feira, abril 28, 2011

Príncipes

Apesar de eu ter a sorte de saber que o meu príncipe encantado já está na minha vida, eu preciso confessar: Eu ainda não superei que o príncipe William vai se casar! É, tipo, ele vai se casar... amanhã!


Fato: Eu quando adolescente achava que ele era muito gato, além de tudo era um príncipe de verdade! Eu até tinha uma foto dele do lado de dentro do meu armário que dizia "príncipes existem" no melhor estilo poster motivacional! Eu me lembro de ter fantasiado algumas várias vezes antes de dormir como seria se eu o conhecesse, enfim, um conto de fadas para embalar o meu sono que eu gostava muito. Essa foto só saiu do lugar quando esse armário foi desmontado e trazido para Nkt, onde agora esse é o armário da minha irmã.  A foto rasgou quando eu estava descolando e aí com peso no coração eu a joguei fora, achando que já era em tempo, pois, afinal, há alguns anos que o que eu fantasio antes de dormir tem como personagem outro príncipe, rs...

MAAAAAASSSS... Eu não supero que ele se case com a tal da Kate. Tá, ela é linda, educada, elegante, sofisticada, provavelmente bastante inteligente e articulada, além de milionária, mas... Se eu soubesse que ele por fim se casaria com alguém sem título de nobreza, minhas fantasias teriam durado mais tempo, rs! Sei lá, dá uma sensação que a regra do jogo mudou só depois que você parou de jogar, o que é injusto - eu tinha mais chance e não sabia, rs!

Mas a parada é séria: Eu vira e volta me pego clicando e lendo matérias sobre a festa, a história deles e várias coisas relacionadas. E eu nunca consigo ler até o final - vai me dando uma sensação estranha, como se realmente eu tivesse tido algo com ele, ou como se no mínimo ele devesse ter me chamado para o casório... também um misto de invejinha porque se fosse para ter uma puta festa de conto de fadas assim, é claro que eu ia querer ter também. É, cheguei a conclusão que eu de fato ia gostar de ter uma festa de casamento, mas só se fosse tipo... "real". Como o príncipe que um dia me pedirá em casamento não tem sangue azul e nem milhões pagos pelo povo no bolso, continuo dispensando o vestido branco e o bolo e preferindo viajar!

Hehehehe... E também hoje eu nem acho mais que o William seja "tudo isso", ele está ficando até parecido com o pai - eca! Claro que o fato de ele ser príncipe tem seu charme, mas vamos combinar que o Príncipe Harry está muito mais gato e tem aquele sorriso safado de conquistador barato... quer dizer, conquistador caro, real! Rs..



Mas é CLARO que o MEU príncipe mais encantado e perfeito do mundo, que está aqui bem pertinho de mim e sem nenhum papparazzo para atrapalhar é o meu namorado, que é tudo de bom na minha vida, mesmo sem a coroa e o cavalo branco!! Namorado, Te amo! Principe William, espero que você seja feliz, porque eu sou e MUITO!



* Hehehe e as minhas amigas vivem dizendo que eu sou uma princesinha também... quem precisa de título melhor do que esse?

terça-feira, abril 26, 2011

Não está certo...

Sei lá, estou com uma sensação de que algo está errado nesse ano de 2011.
Bom, errado de errado mesmo nada está, mas certo é que também não está...
O tempo parece que não está fluindo direito.

Teve esse Carnaval super tarde e essa Páscoa também tardia... não tá direito isso, o ano fica meio atrapalhado. É como se nunca começasse de fato, ou como se tivesse começado da maneira errada e a qualquer momento alguém pudesse descobrir isso e "rebobinar"* e começar direito, arrancar a página e começar a redação outra vez... Poizééé... Eu estou com essa sensação.

Todo final de semana teve uma coisa diferente para fazer e eu, como não sou Advi (rs), não consigo me acustumar muito com isso. É como se eu não estivesse fazendo as coisas que eu tenho que fazer direito, não estivesse dando conta... mas é só impressão, no trabalho está tudo certo, na vida pessoal/social/amorosa também... mas esse "fantasma", essa "sombra", essa sensação de que tudo pode sair dos eixos ou que eu posso perder o controle a qualquer momento está me deixando com a pulga atrás da orelha.

Sabe quando um relógio está com a pilha fraca e fica atrasando ou está com algum defeito e fica adiantando, enfim, você sabe que a hora está errada, mas ainda consegue ter uma noção de que horas são, apesar da "margem de erro"? É tipo essa sensação!

Toda vez que eu estou quase estabilizando a rotina algo aparece para que eu não consiga. Por exemplo, ainda não vai ser essa semana que eu vou conseguir dar conta dos meus feeds, atualizar meu blog de sonhos, arrumar os arquivos que baixei, assistir os dvd q comprei, terminar o livro que estou lendo, e nem andar de bicicleta (tudo bem, aí é a culpa da chuva), finalizar de vez com os benditos chocolates que eu ganhei na Páscoa e que disturbam a minha dieta... enfim, não tenho a sensação de que tudo isso se normalizará tão cedo.

O tempo está passando da forma errada mesmo e acho que daqui a pouco o ano acaba, pois como sempre, o próximo ano chega cada vez mais rápido. Já que não dá para voltar pro começo desse, é melhor vir logo o começo do outro, para ver se as coisas se ajeitam, o tempo passa direito e eu paro de sentir essa doidera!




*"Rebobinar" é uma palavra que os meus alunos mais novos não conhecem mais. Eles nunca usaram uma fita cassete ou VHS. Estou ficando velha!

sexta-feira, abril 15, 2011

Dança do Ventre

Semana passada pela primeira vez em 2 anos de dança do ventre apresentei um solo, de improviso, durante a aula.

(Queria ter feito esse post no mesmo dia, mas não deu tempo)
Foi um grande marco! Em dois anos de enrolação, nunca tinha tido coragem de fazer isso, também a professora nunca tinha forçado a barra para isso antes - claro, vocês acham o quê? Que eu fiz isso de bom grado? Nãããããão foi muita coação, hehehe... a professora deu esse ultimato para nós e pronto. Ontem foi a minha vez, e eu fui a primeira. Escolhi uma música que eu já conhecia bem e adoro, Ana Bastanak, da Nagat. Assisti muitos vídeos com ela e fiquei ouvindo a música repetidamente durante o mês. Era para eu ter ensaiado os passos, mas não tive paciência, nem idéia e muito menos disciplina para isso. E também teve uma coisa que a professora falou que me tocou muito e foi o argumento principal que me convenceu a fazer esse solo mesmo (porque é claro que se eu não quisesse de verdade eu não faria e ponto final) e a fazer de improviso, do jeito que viesse na hora. Ela disse para a gente que:

"Quando a música tocar, você tem que saber dançar."

Isso acendeu uma luzinha... Mas que óbvio, ululante! Eu mesma insisto para os meus alunos que eles tem que usar o que eles sabem, mesmo que seja pouco, e praticar o máximo possível. Eu vivo repetindo para eles que não podem ficar esperando alguém dizer o que eles tem que fazer, quando forem falar com eles, eles respondam da maneira que sabem que podem, do melhor que puderem. Eu mesma que tanto reclamo que a falta de independência é muito ruim para o aluno, que ele acaba não aprendendo de fato. Eu, que cobro tanto que eles produzam, que acho tão importante que consigam se expressar ao seu modo, e não apenas do modo que é ensinado, "ensaiado". Porque comigo na condição de aluno seria diferente?

Eu entendo que se sintam incapazes, inseguros, porém na posição deles, eu nunca passei por isso. Eu vivia dizendo para a minha professora de dança do ventre que tem coisas que você vai fazer aula e vai ser professor (como foi no meu caso com inglês, que eu sempre tive uma facilidade monstro e que nunca foi um grande desafio, mesmo nos mais altos níveis), mas tem coisa que você vai ser só aluno mesmo, que é só para aquilo ali mesmo, sem grandes pretensões. Quando ela me disse então a citação acima, eu percebi o qual vazio o meu argumento era. Não adianta, você não precisa ser brilhante, mas quando precisar, vai ter que fazer, não tem essa de fingir que não sabe, que desconhece. Isso mudou o meu mundo, pois eu estava totalmente cobrando uma regra que eu mesma não seguia, é mole?

Então desde aí parei. Eu amo dança do ventre mesmo não sendo nenhum prodígio. Eu não tenho muita habilidade para nada motor, manual, nada que exija muita coordenação, muita noção corporal, mas mesmo assim, vou para a aula com a cabeça super erguida e o ego lá em cima, mesmo tendo certeza que como dançarina do ventre eu sou uma ótima professora de inglês. Que importa? Quando a música tocar eu tenho que saber dançar, eu não posso ficar contando com a professora. Eu tenho que relaxar e deixar o ritmo ir levando. Sexta passada então eu fiz isso e deu certo. Não ficou linda a minha apresentação, muito pelo contrário, deve ter ficado tosca, ainda bem que não teve registro mentira, eu bem que me arrependi, devia ter filmado! Mas serviu para eu ver que não é impossível, que não é como se eu não soubesse nada. Eu não vou mudar de carreira nem nada, mas quando a música tocar, eu vou soltar o shimi e se você achar que tá feio, problema é seu!

E tudo isso me deu coragem de finalmente uppar os vídeos da desastrosa apresentação do ano passado. Ei-los:

Dança do Jarro (a que eu gostei apesar de ter sido fraca)



Dança da Espada (a que eu achei um desastre):



Agora acho que os movimentos e passos nem ficam tão ruins assim! O que eu tenho que trabalhar mesmo é a minha cara séria e fechada de "caceta, tem um monte de gente me vendo".

domingo, abril 10, 2011

Livros de novo...

Percebo o quando o meu gosto literário não é compartilhado por ninguém quando o post fica uma semana no ar e só uma pessoa comenta, rs... e ainda dizem que os blogueiros são pessoas que gostam de ler! Hehe verdade seja dita até hoje só encontrei 2 pessoas que curtissem o tipo de livro que eu curto, um foi um aluno meu que se mudou para a Inglaterra e o outro é um aluno meu atual, um menino de 14 anos, que parece ser a única pessoa no mundo com quem posso debater sobre livros - isso deve ser um sinal de quê? que a sua idade mental é 14 anos

Esse menino é o meu sonho de consumo, não, não digo "amoroso", não, eca gente, tão pensando o quê? Mas ele é tudo o que eu ia amar que um filho meu fosse: Inteligente, tem uma cabeça boa para a idade dele, educado, meio nerd meio atleta, desenha pacas, gosta de rock e ama ler. Aiai que sorte a mãe dele tem, ele é um filho de ouro, uma pessoinha muito bacana mesmo e no futuro será um cara muito bacana também! Se um dia eu tivesse um filho e fosse tipo esse menino eu ia ser a pessoa mais realizada do mundo! Eu lido tanto com criança - eu, que nunca gostei e continuo não sendo muito fã delas - e fico ainda mais sem vontade de ter filho, mas se um dia ia acontecer confesso: A minha pior decepção seria não poder conversar com ele/ela sobre livros, não vê-lo(a) lendo os livros que eu li, descobrindo as história... isso ia me frustar muito. Mas esse meu aluno me dá boas esperanças: Acontecesse um filho na minha vida, talvez nem tudo esteja perdido. Eu sei que genética e criação não garante nada: Eu gosto pacas de ler mas a minha irmã, que teve tudo igual a mim, nem tanto (Não que ela desgoste, só não é que nem eu - o que poucas pessoas são), é contar com a sorte mesmo e torcer para dar tudo certo.

É muito triste não ter praticamente ninguém para compartilhar seu hobby. Eu atualmente conto mais com a minha vó, mas apesar de ela ler tudo o que eu leio, e qusase sempre nossas opiniões baterem, nem tudo o que eu amo ela gosta tanto, e alguns dos livros que eu compro com a maior expectativa e leio com a maior paixão ela provavelmente não compraria se fosse ela que escolhesse. A minha mãe também ama ler, lê os livros que eu compro (tipo, só eu compro livro nessa família?) mas também não é 'aquela' paixão pelas coisas que eu fico fascinada. Eu queria mais no mundo que o Ty gostasse de ler, mas ele é tipo a minha irmã ou ainda menos - o lance dele é video-game mesmo e eu aceito/respeito/já-me-conformei. Mas se me perguntassem o que eu mudaria no meu namorado não tenho dúvidas: Ponho de lado todos os defeitos que ele tenha, o que eu quero "consertar" é o gosto literário! Ia ser bacana se a minha irmã gostasse que nem eu também, ia sempre ter alguém para conversar sobre.

Enquando isso vou me contentando com o meu aluninho, a quem só tenho a agradecer por ter me apresentado ao meu novo livro-namorado, o meu novo amor literário: As Crônicas de Fogo e Gelo, de George R.R. Martin. Vai sair uma minissérie na HBO sobre o livro que promete ser um arraso. Confiram o trailer:




É isso, mesmo não tendo público para esse tipo de postagem continuarei a fazê-las, quem sabe também não desperto o interesse em alguém? Nunca é tarde para se tornar amante dos livros.

... ... ...

Ontem foi aniversário da Lu, hoje é o da minha irmã e da minha amiga Julie e amanhã é do meu avô Walter! Um grande beijo para todos e parabéns!!


terça-feira, abril 05, 2011

Livros

Eu quero começar a escrever pequenos posts sobre os livros que tenho lido com mais frequência, pensei em fazer um outro blog de livros, mas ia dar muito trabalho, pois só o de Sonhos já dá, imagina com um outro. Ainda mais que eu infelizmente não tenho tanto tempo livre assim para ler tudo o que eu gostaria de ler nem tanto dineiro assim para comprar todos os livros da minha infinita lista. Decidi então que vai ser mais fácil prestar contar e manter um resgistro aqui mesmo, o que o pretendo fazer toda vez que acabar de ler um número considerável de livros.

Os últimos foram:



"Julie Jacobs e sua irmã gêmea, Janice, nasceram em Siena, na Itália, mas desde os 3 anos foram criadas nos Estados Unidos por sua tia-avó Rose, que as adotou depois de seus pais morrerem num acidente de carro. Passados mais de 20 anos, a morte de Rose transforma completamente a vida de Julie. Enquanto sua irmã herda a casa da tia, para ela restam apenas uma carta e uma revelação surpreendente: seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei. A carta diz que sua mãe havia descoberto um tesouro familiar, muito antigo e misterioso. Mesmo acreditando que sua busca será infrutífera, Julie parte para Siena. Seus temores se confirmam ao ver que tudo o que sua mãe deixou foram papéis velhos - um caderno com diversos esboços de uma única escultura, uma antiga edição de Romeu e Julieta e o velho diário de um famoso pintor italiano, Maestro Ambrogio. Mas logo ela descobre que a caça ao tesouro está apenas começando. O diário conta uma história trágica: há mais de 600 anos, dois jovens amantes, Giulietta Tolomei e Romeo Marescotti, morreram vítimas do ódio irreconciliável entre os Tolomei e os Salimbeni. Desde então, uma terrível maldição persegue essas duas famílias. E, levando-se em conta a linhagem e o nome de batismo de Julie, ela provavelmente é a próxima vítima. Tentando quebrar a maldição, ela começa a explorar a cidade e a se relacionar com os sienenses. À medida que se aproxima da verdade, sua vida corre cada vez mais perigo."

Eu gostei. Muito, até! Comprei a príncipio porque achei a capa bonitinha. Achei que ia ser um bom distrativo ler um livro que findasse nele mesmo, sem sequência. Afinal, como um livro sobre Romeu e Julieta poderia ser ruim, né? Um livro que se passasse na atualidade, para variar. A história é bem sessão da tarde e daria até um filme bonitinho. Tudo acontece bem rápido, a leitura flui muito bem. Comecei a ler devagar e achando tudo bem previsível mas lá pro último terço do livro a história se intensificou e ficou bacana mesmo. Confesso que me surpreendeu, o estilo folhetim entrou em ação com força total e eu não consegui parar de ler até terminar. Achei bem bolada a história, a autora fez uma pesquisa interessante e a trama ficou bem acabada! Ela faz o mesmo esquema que eu curti muito também nos dois livros (Labirinto e Seculcro) da escritora Kate Mosse: a história vai entremeando duas tramas, uma no presente, a principal, e outra no passado, cujas consequências afetam a atual. Quando bem feito, esse estilo "vai e vem" realmente prende o leitor, que fica sempre curioso para saber o que esta acontecendo "enquanto isso" no passado ou no presente, e permite que você vá criando, supondo e descobrindo a história junto com os personagens, o que é interessante. Eu que, particularmente, gosto muito desse nicho de literatura "medieval", acho uma ótima pedida mistura-la com acontecimentos na atualidade. Recomendo para qualque pessoa que goste de ler um romance um tanto quanto água-com-açucar mas com ação na medida certa, também.




Esse eu achava que ia ser uma grande decepção, mas acabou que foi tão bom que li em praticamente 1 dia e meio, e durante o Carnaval! Eu comprei porque eu curto livros na Idade Média, na Antiguidade e tals. Eu curto livro de guerra, apesar da narrativa de batalha em si eu achar enjoada. Eu curto livro com personagens que realmente existiram. E eu curto saber mais - ainda que ficcionalmente - sobre pessoas que deram origem a mitos, como é o caso de Vlad Drácula. O Drácula original, que de vampiro não tinha nada além do gosto por sangue. Mas não por beber, e sim por derramar o dos seus inimigos da forma mais cruel e torturante possível. Eu acho que este cara foi uma pessoa interessantíssima.

Somos muito ignorantes em geral a respeito a história do leste europeu, uma vez que o Velho Continente que estudamos e do qual recebemos influência na colonização e até na atualidade não abrange todo o Continente em si, em extenção e em países. Passando alí da linha da Austria-Alemanha-canto-da-Itália, com exceção da Grécia e da Polônia, a maioria de nós mal sabe dizer o nome dos países que tem ali, quem dirá da história! Eu adoro assistir documentário sobre o Leste Europeu, e já assisti vários também sobre o Vlad. Apesar de Bram Stoker ter feito uma grande contribuição a humanidade ao escrever Drácula, ele também ajudou a deturpar a história do homônimo original - e ao meu ver B.S. ouviu "o galo cantar não sabe onde" - que, apesar da inegável crueldade de métodos, foi um grande guerreiro, e hoje é considerado herói e símbolo de ordem, respeito e controle da criminalidade na Romênia.

Comecei a ler sem maiores pretensões achando que a história ia se fixar muito na violência, e provavelmente não ia gostar, mas achei muito interessante. Três narradores vão contando alternadamente suas versões do verdadeiro Drácula, a quem conheceram e com quem conviveram, e você quase acha super lógico e natual ele empalar as pessoas, rs...

 Agora sério, realmente tiveram umas partes que pegaram pesado e eu até tive que dar uma pausa para respirar e digerir a informação, mas no todo o livro é muito mais romance do que guerra, muito mais blábláblá. Eu não consegui parar de ler, principalmente porque no começo eu já logo saquei a surpresa do final (realmente muito bem feita), mas fiquei a histrória toda pensando e repensando o que ia acontecer para a trama acabar assim, e quando finalmente descobri - a 10 páginas do fim - adorei, fiquei muito extasiada! É ótimo quando minhas suposições dão errado, é dificíl acontecer pois eu sou muito treinada nisso, então quando um autor me faz quebrar a cuca e só descobrir exatamente onde ele quer que o leitor descubra, eu bato palmas! Super recomendo, mas só para quem já está acustumado com esse tipo de livro histórico-mais-para-ficcional, girando em volta de guerra e com poucos momentos de relax ou romance e para quem é fã do Bernard Cornwell, como aliás diz o marketing do livro.

sábado, abril 02, 2011

Não sei se é verdade, provavelmente não, mas recebi por email e achei bacana...

MENSAGEM CRIATIVA DE UMA ESCOLA DA CALIFÓRNIA

Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica. A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Eis a mensagem gravada:

"Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:

- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.

- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa tecle 2.

- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.

- Para insultar os professores - tecle 4.

- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.

- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.

- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.

- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.

- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.

- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.

- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!"

É, quem é professor sabe do que eu estou falando!!! É cada uma que temos que enfrentar que pior só se fossem duas! Juntando "cada uma que aparece" e mais esse tempinho que não decide se chove ou faz sol, se é calor ou frio, se é vento ou mormaço e resolve colocar tudo no mesmo dia, não é a toa que vou fechar com a tirinha:


Ainda bem que ainda tem hoje a amanhã antes de começar tudo de novo!! Bom Final de Semana!