quarta-feira, fevereiro 29, 2012

Foz do Iguaçu 1

Impressões das cidades: 

 Foz do Iguaçu é tipo uma cidade pequena, só que grande. Como? Bom, é uma cidade pequena espalhada por um espaço grande, cheia de vazios e buracos. Não tem muito o que fazer na cidade em si e deve ser um tédio morar lá. É bem bonitinha em sua maior parte, arborizada, limpa, mas tem um bocado de prédio abandonado. O trânsito é meio confuso apesar de ser bem calmo. É complicado para comer poque 98% dos restaurantes são tipo buffet livre por preço fixo e o preço é quase sempre salgado, principalmente para quem não come muito.

Atrações visitadas: 

Templo Budista - onde não tinha nem um mongezinho nem para tirar uma foto. Mas é lindinho, lugar super zen mesmo. A visita só dá para uns 30 minutos, não é um lugar grande para ver, mas dá vontade de ficar lá para meditar, pelo menos eu tive essa sensação.

Mesquita Islâmica - Foz tem a maior ou a segunda maior comunidade árabe do país - realmente, toda hora via muçulmanos pela rua, quer dizer, muçulmanAs, reconhecíveis pelo xador. A mesquita também se vê em 30min e tem que se cobrir toda (se vc for mulher) para entrar. Lá tinha uma moça para explicar e tirar qualquer dúvidas e responder perguntas, o que foi legal, e vários panfletinhos e livrinhos sobre o Islã, que eu achei super interessante poder ler e estudar - religiões em geral são um tema que me interessa. A construção é simples mas interessante de conhecer.

Marco das Três Fronteiras - Segunda a minha mãe mudou pouquíssimo em 38 anos. O mesmo banquinho onde a sacolinha com todos os filmes da viagem dela foi esquecido ainda estava lá. O lugar é mal-explorado, mas tem potencial, e é legal ver um lugar onde o seu país acaba e outros dois começam, os rios, enfim, eu gostei desse lugar e queria ter visitado o Marco Argentino e o Paraguaio, mas não deu, fica para a próxima.

Recomendo: Bar Capitão e Oficina do Sorvete, na Av. Jorge Schimmelpfeng - que chamamos de tudo "Jorge Shemishemi", "Jorge Shemishumi", "Jorge Shemeshen" "Jorge Sherenshenshen" "Jorge Gemegeme" e até "Ricardo Shemifeng" - perdemos o respeito total pelo nome dessa rua, rs..

...
 
Cidade do Leste é uma mistura de Alcântara com o centro de São João de Meriti. É tipo quente, feia, suja, fedorenta e lotada. As mulheres paraguaias tem uma moda estranha e todos os homens, digo, TODOS os homens dão em cima de você. Não dá para andar muito sem ser atacado por ambulantes querendo te vender até a própria mãe e o trânsito é tipo do da Índia, não tem lei nem regra e nem ordem. Chega a ser engraçado, porque mesmo sendo bem ruim, você ainda sente aquela felicidadezinha de poder comprar coisas por um preço barato e também pelo ar de euforia coletiva de todos que estão lá a passeio exatamente com a mesma intenção que você. Só tem que tomar cuidado para não ser enganado no câmbio e para não acabar dando a louca com as coisas que você encontra lá por um precinho esperto.

Lojas visitadas: 
(não fomos a nenhum ponto turístico, foi só compre, compre, cooooompre!)

Sob recomendação, visitamos apenas alguns shoppings e lojas das quais tivemos dicas de que seriam confiáveis, que foram "Monalisa" (Só marcas e o banheiro mais "de primeiro mundo" que eu já fui. Enorme mas os preços não eram assim tããão bons), "Shopping Barcelona" (pouca variedade), "Shopping Bonita Kim" (preços excelentes, bastante variedade), "Paloma" (sem grandes coisas) e "China" (melhores preços e as atendentes com as saias mais curtas e apertadas do planeta. Enorme e com muito produto bom - a melhor!)

...

Puerto Iguazu não é Argentina - quer dizer, não é aquela coisa que se vê em Buenos Aires, não é aquela imagem de elegância que os argentinos sempre querem te passar. Faria mais sentido se fosse no Paraguai, pois a imagem lugar-comum desse país é de "bagunça e pobreza" ao passo que da Argentina é de "Europa nas Américas". Puerto parece Iguaba, cidade de interior, de passagem, sem infraestrutura direito, sem nenhum atrativo. É feinha de dar dó, pequenininhazinhainha mesmo e muito sem gracinha mesmo.

Atrações

Bom... "nenhuma" seria a melhor resposta, até porque a DutyFree é fora da cidade em si e nem precisa passar pela aduana para ir nela. Os cassinos da cidade são tosquinhos e nenhum restaurante ou loja chamou atenção. Acho que só o Marco das Três Fronteiras deve ser legal, mas infelizmente não o visitamos. Valeu só por termos comprado alfajor Havanna!

... 

Impressões dos atrativos naturais no próximo post!



terça-feira, fevereiro 28, 2012

Foz do Iguaçu - A Origem

Não, não é para falar da lenda da índia Naipi e do índio Tarobá, cujo amor proibido e subsequente fuga pelo rio Iguaçu foi castigado pelo deus Boi (que na verdade era uma cobra d'água) com a transformação de ambos em uma pedra e uma palmeira separados pelas cataratas que eu farei esse post.

(Mas, taí, abro parênteses para dizer que tem tantas lendas indígenas interessantes nesse Brasil que a gente simplesmente não estuda, nem faz idéia... um absurdo, eu acho que tinha que ter isso no colégio! Isso é um patrimônio cultural de valor inestimável ao qual o acesso é raríssimo!)

Mas sim para dizer que essa viagem foi o remake da viagem de 15 anos da minha mãe, a viagem histórica da qual se perdeu todos os registros fotográficos que foram largados num banquinho lá no Marco das Três Fronteiras Brasileiro. E, como todo remake, teve uns upgrades - na viagem, no roteiro e claro, o local visitado teve um upgrade nos últimos 38 anos, hehehe...

Então nós ficamos da Quarta Feira de Cinzas até o Domingo passado (fim derradeiro do Carnaval) em Foz, no hotel Best Western Falls Galli (bonzinho, apesar da internet liberada tr sido progaganda enganosa), e fomos visitar:

Dia 1: (chegamos de tarde) O Marco das Três Fronteiras, a Mesquita e o Templo Budista de Foz e a Duty Free da Argentina

Dia 2: As Cataratas Brazucas

Dia 3: Cidade do Leste, no Paraguai, e a Usina Itaipu Binacional 

Dia 4: As Cataratas Hermanas e Puerto Iguazu, na Argentina;

Dia 5: O Parque das Aves (e fomos esperar o avião no aeroporto)

Fomos abençoados pelo clima ameno/nublado que tornou os dias mais frescos e aproveitamos bastante, apesar de, claro, não termos conseguido fazer tudo tudo tudo o que gostaríamos... nos próximos posts mais informações sobre cada passeio!

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Feliz Ano Novo!

Quem é rico mora na praia, (QUEM DERA!)
 Mas quem trabalha nem tem onde morar...
Quem não chora dorme com fome,

 Mas quem tem nome joga prata no ar...
Ô tempo duro no ambiente,

Ô tempo escuro na memória, 
O tempo é quente, (MUITO!)
E o dragão é voraz....

Vamos embora de repente,
Vamos embora sem demora,
Vamos pra frente 

Que pra trás não dá mais!

Pra ser feliz num lugar,
Pra sorrir e cantar,
Tanta coisa a gente inventa, (VERDADE!)
Mas no dia que a poesia se arrebenta,
É que as pedras vão cantar!

FAZENDO AS PEDRAS CANTARES COMEÇA ENFIM O ÚLTIMO ANO DO MUNDO, hehehe!
BEM VINDO, 2012!

*Em breve posts sobre Foz do Iguaçu!

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

EU acredito

Aviso de PP: Post Polêmico 
- Leia sobre sua conta e risco e mantenha a civilidade e o respeito nos comentários!

EU, Juliana, acredito em DEUS.

Eu não estou falando de nenhuma religião ou crença em particular, só na essência da existência de um ser supremo no controle e vigilância de todas as coisas. Não falo dé Jeová, ou Alá, Buda ou da Grande Mãe, seja lá quantos nomes houverem para Ele, seja Ele ou Ela, não importa o nome, é da grande e infinita divindade superior criadora que eu estou falando, sem me posicionar sob nenhum ponto de vista de doutrina em particular.

E assim como eu tenho essa crença, eu, Juliana, não consigo entender pessoas que não acreditam.

Não que eu ache que elas estejam erradas e condenadas. Eu não acho que tenha ninguém que possa dizer nesse caso quem está errado, pois nem ateus nem teístas podem, de fato, provar que estão corretos. Eu não me incomodo, não sinto pena nem me entristeço por elas, não me sinto no dever de tentar fazê-las acreditar e não acho que possa, em absoluto, julgar ou criticar. Eu realmente não acho que seja errado não acreditar em Deus, e não acho que isso te faz uma pessoa pior ou ignorante, ou incapaz de atitudes boas e cheias de puro amor e sentimento altruísta. 

Eu acredito em Deus e sempre penso que deve ser estranho não acreditar.

A existência de Deus é um fato, para mim. Na minha cabeça, Ele existe e está lá (seja lá onde "lá" for), mesmo que você esqueça Dele, ou faça de conta que Ele não existe e que nem pense Nele. Só o fato de você não se importar com Ele não O faz deixar de existir ou de estar onipresente e onipotente na sua vida.

Vejamos bem, é diferente ser Ateu e "acreditar mas não estar nem aí". 

Tem gente que acredita em Deus mas simplesmente não está nem aí para Ele, é tipo como se Deus fosse tipo o céu, que está aí em cima da sua cabeça o dia todo, todos os dias, mas quando tempo você realmente gasta pensando nele, se importanto com ele, admirando-o? Ele está lá e você passa 90% da sua vida sabendo disse e totalmente indiferente e desatenta desse fato. Nos outros 10%, ou você está na merda, ou você está maravilhado com algo, aí você se lembra que só Deus poderá te ajudar ou só Ele poderia ter feito/criado/concedido algo assim. E "não estar nem aí" é uma coisa que acontece independente de cor, sexo, raça, classe social, nível educacional e inclusive religião. Não estar nem aí é a coisa mais comum desse planeta, e até eu, por muitos anos, não estive nem aí.

O que eu estou falando mesmo é de gente ateísta, que não crê MESMO, que acha que é uma ilusão, uma invenção, um baboseira sem fim, um desperdício de tempo, um mal uso da inteligência e um motivo muito mal elaborado para atender diversos interesses e causar muita confusão, dificultando a vida do ser humano e a evolução da sociedade.

Eu sempre me pergunto o seguinte: 

De noite, quando você está sozinho, quando você está pensando sobre a sua exitência, quando você está analisando e questionando a vida, o universo e tudo mais, com quem é que você está conversando? Não será muito desesperador ter a certeza de que essas perguntas nunca, jamais, em tempo algum, serão respondidas? 

Não será de uma solidão infinita saber que os seus desejos mais íntimos são só seus mesmos e não tem ninguém mesmo com quem você possa compartilhar, mesmo que você nunca escute a resposta e nem a opinião dessa contraparte?

Não será muito enlouquecedor não ter ninguém a quem recorrer quando tudo mais der errado e tudo o que você pode fazer é pedir que aja algo inexplicável que te "salve"? 

Não será muito estranho não poder agradecer a ninguém por aquelas coisas que você tem e tantos não tem, pelas coisas boas que vieram de graça na sua vida, pelos momentos em que a felicidade é simplesmente enorme demais para ter sido causada única e exclusivamente por uma série de coincidências aleatórias e sem o menor significado?

Enfim, eu acredito em Deus e acho que isso não é ser bitolado. Eu também acredito na capacidade do Homem, na Ciência e no poder do conhecimento com todas as minhas forças. No entanto, não acho que a Ciência possa realmente explicar todas as coisas - o ser humano provavelmente será extinto desse planeta muito antes de deixar de chafurdar em sua ignorância. E também sei que Deus simplesmente não vai explica coisa nenhuma, porque, afinal, Ele é Deus, Ele É, e pronto - fala sério, se você fosse Deus você não ia ficar se justificando por aí, rs...

Só queria deixar registrado que Eu, Juliana, acharia muito chato se Deus não existisse, e acho muito complicado entender quem não acredita Nele. E se você é Ateu, não adianta me explicar. Eu vou sempre continuar não entendendo e não é porque não tente ou não aceite. É porque para mim, realmente não faz o menor sentido.

É isso...


segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Vida Moderna

As pessoas eram mais magras no passado porque não existia microondas. Tenho certeza que esse eletrodoméstico é um dos grandes causadores e aliados do sobrepeso e obesidade. 

Dá perfeitamente para entender isso quando você fica sem esse aparelho. Tudo o que você deseja comer tem que ser feito na hora ou requentado em panelas - o que faz uma sujeira considerável e faz você pensar bem se você realmente está com fome, precisa ou quer comer, se há mesmo necessidade de ter todo esse trabalho. 
Ficar sem microondas faz você se prender nas refeições principais e você não fica petiscando qualquer bobagem que se aqueça em 45 segundos. Isso faz você ter refeições mais leves, principalmente a noite. Você começa a comer mais fruta, mais coisinhas naturais e frescas ou a simplesmente não comer nada, rs...
Outra coisa que contribui para o aumento do peso da humanidade é a terceirização do serviço doméstico. 
Quando você fica sem empregada ou faxineira você considera bem antes de sujar/usar qualquer coisa. Você pensa bem antes de escolher uma roupa, procurando um item que possa ser re-utilizado antes de você mesma ter que lavar, pendurar, recolher e passar. Você pensa duas vezes antes de tirar qualquer coisa do lugar ou abrir qualquer porta/janela. 

Quando você mesmo tem que fazer todo o serviço de limpeza e arrumação, você compreende porque academias são uma invenção tão recente. Quem precisa levantar peso e fazer abdominal depois de lavar um banheiro? 
 Agora, ficando sem microondas e sem empregada ao mesmo tempo, aí sim você vai entender porque em algum momento o ser humano considerou uma boa ter escravos.

Isso tudo porque pela segunda vez nesse ano estou sem microondas - em CF estava com defeito e agora em NKT é que está... Mas pelo menos aqui uma vez por semana tem a faxineira, uma vez que lá eu passei as férias sem ter o conforto todo que queria porque a empregada foi despedida...

domingo, fevereiro 12, 2012

Isn't it ironic?

Eu não tenho o que dizer.

Mas nem preciso, porque eu não tenho que justificar nada, e também porque a Alanis já disse tudo para mim:
Pollyanna Flower - A.M.


(Through you I see I...)

Between a broken nose and a fake smile
Between piety and gun powder
Between fighting and fleeing the scene
Between the murder and diplomacy
Between aggression and end of the end

Between the brutal and realistically well behaved
Between the screaming and pulling in the reins
Between tiptoeing and ambling


What am I to do with all this fire?
(I'd like to hit you but I'd never hit you)
Why are you still with me in this red space?
(I'd like to slap you but I'd never slap you)


Between violence and silently seething
Between my fist and my Pollyanna flower
Between fuck you to your face and it's alright
Between war and denial(2x)


Between flying vases and secretly weeping
Between loose cannons and ever downplaying

Between the bruises and rudely differing
Between bursting and boiling


What am I to do with all this burning?
(I'd like to hurt you but I'd never hurt you)
Do I overwhelm you in this place?
(I'd like to kill you but I'd never kill you)


Between violence and silently seething
Between my fist and my Pollyanna flower
Between fuck you to your face and it's alright
Between war and denial
(2x)


What am I to do with all this fire?
Can you understand me in this place?


(A tradução do vídeo tá "máomenú")
É... Não existem coincidências.

Constatação Cruel

Mais uma dessa semana: Vou ter que parar de correr. Não em definitivo, espero...

Eu venho sentindo uma dor incômoda no meu pé esquerdo desde o meio para o final de Janeiro... Começou com uma pontadinha eventual ao caminhar e criou-se uma certa frequência nisso. Depois virou um apertinho escroto que começava quando eu andava uma pequena distância e depois ia amortecendo até parar. Demorou um bocado e isso se manifestou, além de ao caminhar, no iniciozinho da corrida, vinha aquela dorzinha e depois parava, mas não era sempre e sempre passava bem rápido, como se bastasse o pé aquecer para funcionar direito. Na última semana de Janeiro eu não corri para ver se era um cansaço de overtraining, só caminhei na praia por dentro da agua. Continue sentindo vira e volta essa dorzinha quando passava um tempo considerável andando, mas achei que fosse passar.

Conversei com um colega de trabalho que é corredor há anos e ele me indicou um ortopedista e me aconselhou a diminuir a diminuir a distância ou a intensidade e depois as duas para tentar identificar qual delas causa dor.

Essa semana corri bem pouco e devagar 3 dias e nada, mas ontem... Ontem eu tava tão disposta e animada por não ter sentido nada nos outros dias que eu meti um pouco mais o pé e ai... Aí passou o dia todo indo e vindo essa dor, e na aula de dança do ventre - na qual passamos muito tempo na ponta do pé - disparou... doeu toda vez que subi na ponta e aí eu parei. Resolvi que não corro e não faço nada em ponta mais até ir ao médico.

Conversando com a professora e outros amigos, pela sintomática, parece ser uma tendinite... Só consegui marcar um médico que me indicaram para pé pro dia 27/02, mas então enquanto isso eu já tratei de ir na emergência de uma clínica que também me foi bem recomendada.

O médico que me atendeu também era corredor - isso foi bom. Apertou o meu pé todinho e como eu não senti dor em nada concluiu que é um provável processo de inflamação por estresse mesmo. Eu levei o meu tênis para ele ver, e testou e identificou a minha pisada (de neutra para supinada) e me recomendou 1) repouso, não forçar, 2) antiinflamatório por 7 dias e 3) 10 sessões de fisioterapia e 4) trocar de tênis.

Disse que eu posso andar de bike ou nadar para não perder condicionamento, mas se sentir qualquer dor ou incômodo, que pare. Disse também que se após isso tudo continuar doendo, tenho que voltar para pesquisar mais a fundo as causas. Eu de qualquer forma irei lá no dia 27 com o que eu já marquei mesmo!

 Até lá... TÔ TRISTE por estar parada! ... E eu queria tanto fazer 10km no próximo Adidas e depois treinar para a Corrida da Ponte... tomara que eu consiga! Tomara que sare logo!

sábado, fevereiro 11, 2012

De volta pra casa...

Esse reinício de semestre veio com coisas boas e ruins... mas desde já estou com tendêcia para considerar tudo bom.

Me perguntaram se eu me importava em trabalhar na matriz do meu curso, em Icaraí, de novo. Eu já estava para completar 4 anos em Itaipu.

Particularmente, eu amei trabalhar na Região Oceânica. Profissionalmente, me permitiu um crescimento muito maior e mais rápido do que se tivesse ficado só na matriz. Isso também me fez mais visivel e o meu trabalho teve reconhecimento e rendeu bastante. Logisticamente não era o ideal, mas nunca me estressei, principalmente por estar sempre contra o fluxo do trânsito. E claro, me apeguei muito com as pessoas que trabalharam comigo, os professores e os funcionários são muito bons e os alunos no geral eu também acho melhores dos que de Icaraí, são mais receptivos, mais educados na sala. Tem alguns que eu vou mesmo morrer de saudade!

Até fiquei meio receosa em voltar, mas logo na primeira semana já vi que valeu a pena. Perdi um pouco e carga horária em Itaipu e não estou mais trabalhando até 21h lá. E, mesmo saindo as 21h em Icaraí, em 5 minutos estou em casa, ou 2 min, se eu for de bicicleta. Fora que posso almoçar em casa também e resolver várias coisas durante a minha semana. Não preciso ficar enfurnada no trabalho o tempo todo!

O único fato que eu mudaria se pudesse é que eu adorava do fundo do coração os funcionários de Itaipu. A equipe lá é mais unida, mais solidária, mais família mesmo!

Ah, e alguns alunos também eu vou morrer de saudade, pois era pessoas ótimas e que também acrescentaram muito na minha vida, e fico triste de deixá-los, apesar de saber que também é bom para ele mudar de professor, assim como é bom para mim, pois dá uma refrescada, um sabor novo nos dias. Claro que dá um medinho de não dar certo com os novos que entrarem, mas já tenho um motivo para ficar contente: alguns dos que eu peguei agora foram meus alunos no primeiro semestre que eu dei aula lá, eram pequenininhos, muito bacana pois eles se lembram de mim e tal e graças a Deus não são memórias  positivas!

Então é isso, foi uma semana cheia e não deu tempo de entrar no ritmo ainda! Tem outras coisas para contar dessa semana mas fica pro próximo post! Beijos!